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10 Discos de 2013

 

 Apanhador Só – Antes Que Tu Conte Outra

Urbano em sua proposta, desconcertante em sua forma, o segundo álbum do Apanhador Só é um soco na boca do estômago do cidadão comum (“Despirocar”) que ainda insiste no amor (“Não Se Precipite”). 

 

 

 Aquário – Tono

Com cara de arte final, o terceiro disco do Tono vem repleto de peixes grandes (Arto Lindsay, Gilberto Gil, Tom e Vinicius) sem perder de vista a transgressão  melódica e verbal. O minimalismo cênico e vocal de Ana Claudia Lomelino acentuam a modernidade e sofisticação dessa banda que é a mais completa tradução da nova música pop carioca

 

 

Cavalo – Rodrigo Amarante

 Capa neutra, minimalismo instrumental, atitude pessoal arredia. Mesmo diante de tantos “nadas”, Rodrigo Amarante fez um dos melhores discos do ano. Rimando amor (“Irene”) e outras alegrias (“Maná”), “Cavalo” foi uma beleza que me aconteceu em 2013.


Frevox – Péricles Cavalcanti

Péricles Cavalcanti é aquele compositor que resiste ao tempo. As décadas passam e ele sempre ali, ao lado dos novos, mantendo a inquietude de sua música e poesia. “Frevox” é um liquidificador de tendências, um misturador de propostas. O melhor álbum de sua carreira. 

 

IARA – Iara Rennó

Em suas incursões por projetos paralelos, Iara Rennó já mostrava grandeza e desejo de fazer diferença na musica pop brasileira. IARA é inquieto, poderoso e necessário.  Sua gravação de “Roendo as Unhas” de Paulinho da Viola entra para a história.

 


O Glorioso Retorno de Quem Nunca Esteve Aqui Emicida

 Canções autobiográficas atingindo plenamente o coletivo. Vontade de chorar com “Crisântemo”. Vontade de dançar com “Hino Vira-Lata”. Emicida é a chave do seu tempo.

 

Pantim - Lulina

Essa garota que não tem medo do mercado lançando compulsivamente álbuns e singles, chega agora a este “Pantim” mais madura em suas intenções sem perder o timing perfeito de ironia e humor com as coisas da paixão.


 

Passo Elétrico - Passo Torto

A cidade é o centro do cerco desses quatro gênios da nova geração paulista de música. Quando estranhamento e lirismo se tornam uma coisa só. “Passo Elétrico” é o encontro (im)provável entre Adoniran Barbosa e Arrigo Barnabé.

 

Praia - Mariano Marovatto

Se David Lynch resolvesse passar um verão no Rio com certeza “Praia” seria a trilha sonora dessa viagem. Após fazer um primeiro disco sincero sem grandes novidades, Mariano Marovatto parte para a “barra pesada” criando rota de colisão entre discurso amoroso e estranheza melódica.

 

Vamos Pro Quarto ! – Cérebro Eletrônico

Tatá Aeroplano e seus garotos estão de volta. Álbum que celebra a natureza e as coisas do amor em tempos de cólera. Só a canção “Um Brinde aos Pássaros” já valeria o disco.