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Sinto Muito Amor Desde Que Vocę Chegou, Bárbara Eugenia

 

Imagine o romantismo cool de Lana Del Rey, a frieza tão sexy de Jane Birkin e beleza cult de Isabella Rossellini. Todas essas feminices desaguam em Bárbara Eugenia, essa menina que tomou conta do meu coração com seu primeiro álbum “Journal de BAD”, um título enigmático como sua presença no palco e sua música inspirada,principalmente, pela sonoridade dos anos 60 e 70.

Mesmo quando comete versões de autores tão cheios de personalidade como o francês  Adanowsky (“Me Siento Solo”) e a musa brega brasileira Diana (“Porque Brigamos”), Bárbara Eugenia atrai para si melodias e letras. Cercada de músicos potentes como Edgard Scandurra e Clayton Martin que produziram o disco e afagam sua voz com uma sonoridade quente e moderna, Bárbara confirma neste seu segundo álbum intitulado “É O Que Temos” que veio para fazer diferença dentro da nova geração pop brasileira.

Harmonias à la Tarantino (“O Peso dos Erros”), gringas deliciosas (“Jusqu’ A La Mort”, “I Wonder”, “You Wish, You Get It”, “Out To The Sun”) e baladas dolentes em português (“Coração”,“O Peso dos Erros”) já entram de cara como as preferidas do mês no meu Ipod.

Dois meninos também fazem grande diferença dentro da história desse álbum: Tatá Aeroplano e Pélico, românticos inveterados como Bárbara que comparecem compondo e cantando nas faixas “Não Tenho Medo da Chuva e Não Fico Só” e “Roupa Suja”.

Mesmo com um orçamento apertado bancado por uma multinacional, “É O Que Temos” tem cara de superprodução nos arranjos e no projeto gráfico que todos poderão ver por completo a partir de maio quando o disco físico chegará às lojas. Por enquanto está disponível (a partir de hoje) somente em sua forma virtual.

Depois de tudo que eu disse aqui, é hora de correr atrás do novo álbum de Bárbara Eugenia, essa garota papo firme que vai aquecer o inverno que daqui a pouco está chegando ao meu lar. E que tudo mais vá pro inferno, meu bem.